Conversa na Travessa

Quinta-feira, Janeiro 20, 2005

Aqueles que apelam à espiritualidade do Homem e à desvalorização do materialismo e consumismo desenfreado, esbarram numa barreira intransponível. O cada vez maior número de pessoas pobres existentes nesta bolinha, achatada que nem um queijo Limiano, a que chamamos Terra. È que é inerente à condição humana que se aprenda através da experiência. Logo, os milhões e milhões de pobres que existem, não podem desprezar o que não conhecem e que ainda por cima lhes é apresentado como uma coisa boa, logo uma coisa a invejar. Concluo portanto, que só seremos seres melhores e mais despojados dos excessos deste Mundo, quando formos Todos ricos. Que tal como pequena meta para os próximos, digamos...100.000 anos? Isto se a D. Extinção não aparecer primeiro, claro.

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